Eixos temáticos

I A literatura do norte ao sul da Bahia;
Coordenador: Prof. Dr. Luiz Valverde
 
II Literatura  e Cinema Baiano;
Coordenadora: Profa. Ma. Carolina Ruiz
 
III Oralidades e Oralituras;

Resumo: Durante muito tempo, mesmo com a invenção da escrita no ano de 3.600 a.C., aproximadamente, a importância do texto oral nas comunidades tradicionais sempre ocupou um lugar de destaque. Em algumas regiões da África, por exemplo, a figura do griot ou doma como aquele responsável em guardar a memória de um povo, até hoje ainda é ressaltada por muitos e citada por escritores literários, como é o caso de Manuel Rui. Então oralidade refere-se a toda manifestação da fala humana que pode vir com marcas de uma determinada classe social. A escrita é o registro simbólico, feita por meio de signos, e que representa a fala e segue regras específicas de formalidade. Quando um texto oral é transposto para escrita, sem perder suas características identitárias, nós o chamamos de texto oral impresso ou oralitura, segundo Lêda Martins (1997). Este grupo de trabalho “oralidades e oralituras” pretende discutir estas nuances entre o texto oralizado e o texto oral impresso ou oralitura através de exemplos na literatura baiana canônica ou popular.

Coordenadora: Profa. Ma. Líbia Gertrudes de Melo

 

IV O cordel e seus entrelaçamentos com a Litertura Baiana;
Coordenador: Prof. Dr. Luiz Valverde
 
V Literatura Baiana e Outras artes;
Coordenador: Prof. Dr. Luiz Valverde
 
VI O sertão em (dis)curso;
Coordenador: Prof. Me. Robson Lima
 
VII Do singular ao plural: o Sertão e sua diversidade linguística;
Coordenadora: Profa. Ma. Rosana Dórea
 
VIII Literatura, resistência, testemunha e violência;
Resumo: O século XX se notabilizou por ter sido os cem anos em que mais se registraram conflitos ao redor da Terra. Ressalta-se, por este
 motivo, como sincronia marcada pela intolerância e violência. Catástrofes, massacres, genocídios e etnocídios foram a tônica daquele século.
 Esses eventos, por encerrarem situação de exceção e de horror, requerem a fala testemunhal de todas as correntes do conhecimento e das manifestações artísticas. A literatura não pode passar ao largo dessa realidade. É necessário, por isso, que todo o material de resistência e testemunho, referente a esses eventos, sejam buscados, estudados e divulgados para que se preparem as novas gerações para se posicionarem contra toda e qualquer sorte de opressão.

Coordenadora: Profa. Ma. Évila Oliveira

 

IX Educação Popular e suas interconexões com a EJA e Educação do Campo: Diálogos Possíveis e Necessários

Coordenadora: Profa. Dra. Edite Faria

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